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Falta um mês para o Dia Internacional da Mulher
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Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010
 

Dia 08 de março comemoramos o Dia Internacional da Mulher, como todos nós já sabemos. Mas o que muitos ainda não sabem, ou não dão o valor devido, é que a cada dia as mulheres têm sido fundamentais nas indústrias, no comércio, no mercado em geral e na vida política do país.

 

Na antiguidade, existiu no Egito uma posição de relativa igualdade entre o homem e a sua companheira. Podia-se ser comerciante, ter indústria e exercer medicina. Na Grécia, os espartanos viam nas mulheres apenas a origem de uma raça forte e as educavam com o objetivo de ter filhos belos e sadios. Os atenienses as dividiam em classes, mantendo a esposa legítima quase em clausura e instruindo as que se destinavam a cortesãs.

 

No Brasil, até 1932, o trabalho feminino não tinha proteção especial.  Com a Revolução de 1930 abriu-se uma nova Era para todos os trabalhadores brasileiros. O problema do trabalho feminino foi estudado pelo então ministro Lindolfo Collor. Foi expedido no Decreto nº. 24.417-A, de 17 de maio de 1932, a primeira lei que cuidou da situação da mulher trabalhadora. Hoje a atual é a Lei nº. 9.799, de 1999.

 

Mas quem são as mulheres? Apenas companheiras dos homens nos momentos de alegria e tristeza, nas horas do descanso e trabalho?  Os romanos definiram a mulher como omnis vitae consortium, e os germanos como laborium periculorunque sócia, ambos podendo ser definidos como “companheira de todas as horas”. Com o passar dos anos, as mulheres foram conquistando espaço no mercado de trabalho e o ‘sexo frágil’ perdeu seu sentido. As conquistas são inúmeras, seja na política, na religião, na cultura ou em qualquer outro setor da sociedade. Elas desempenham um papel social marcante e rompem um lapso na história, abrindo espaço para uma nova escrita na história das sociedades em todo mundo.

 

Para se ter uma ideia, só no setor metalúrgico, o Espírito Santo possui mais de 1.600 mulheres que se dividem entre as tarefas do lar e a atividade profissional. Mas, infelizmente, ainda existem empresas que não cumprem com a Convenção Coletiva de Trabalho, dificultando melhores condições de vida. Entretanto, essas poucas empresas que não dão condições a estas mulheres estão com os dias contados. Não apenas no setor metalúrgico, mas em todos os outros setores em que as mulheres estão inseridas.

 

Afinal, a história mostra que através das lutas das mulheres, as barreiras foram sendo quebradas. Elas lutaram por seus direitos, cumpriram seus deveres e ganharam espaço no mercado de trabalho que, por sua vez, está cada vez mais competitivo.

 

Por: Redação

 

Crédito da foto: luaempoemas.zip.ne

 

 

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